Os cuidados alimentares devem ter início antes mesmo do acasalamento e prosseguirem, pelo menos, até o desmame dos filhotes, pois a cadela precisará de muita energia durante a amamentação.
A fêmea não deve estar gorda quando cruzar e não pode receber gorduras na alimentação. A obesidade em uma cadela grávida pode ter consequências sérias. Por exemplo, no caso de haver necessidade de um parto por cesariana, a gordura atrapalha muito.
A cadela em gestação tem necessidade de muitas proteínas e uma complementação alimentar de cálcio e sais minerais. As proteínas podem ser encontradas nos próprios alimentos como carne, o leite, verduras ou ração. No entanto, o cálcio e os sais minerais como ferro, cobre, fluor, manganês e outros, só devem ser misturado com orientação do veterinário.
Com o passar do tempo, os filhotes começam a crescer no útero da fêmea. Este se distente e passa a ocupar um espaço maior. Isso faz com que o útero acabe por deslocar outros orgãos como bechiga, o intestino e o estômago, provocando uma diminuição do movimento intestinal. Nesse período da gestação é importante evitar que a cadela receba alimentos que possam aumentar a fermentação em seu organismo, por consequência aparecem as cólicas intestinais.
Exercícios moderados até a época do parto também ajudam a manter a forma e a disposição da gestante.
A alimentação indicada, rica em proteínas, deve inclusive ser mantida depois do nascimento dos filhotes já que, durante a amamentação, as exigências alimentares da cadela continuarão.
Se dermos condições ideais de alimentação à cadela, desde o cruzamento até o desmame, teremos filhotes bem formados, fortes e saudáveis e, principalmente, uma gestante sem deficiências, que não terá corrido riscos desnecessários e trará, ainda muitas alegrias a seus donos.
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