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O bichinho certo.

04/02/2008 O bichinho certo.

Um cachorrinho pode viver até 18 anos. O gato, 19 anos. Imagine quanta coisa acontece nesse tempo. Por isso que antes de escolher um bichinho de estimação é preciso pensar bem.

Antes de comprar, o mais indicado é procurar um veterinário ou ler mais sobre a raça na Internet, porque às vezes a pessoa compra um animal e não sabe exatamente como tratar. Porque um gato não é um cachorro pequeno, um furão não é um gato pequeno. São hábitos diferentes, alimentos completamente diferentes.

O primeiro passo é pensar se você tem tempo e disposição. Depois, é hora de escolher o animal. Cães costumam ser mais brincalhões e agitados do que os gatos, que são mais independentes. Mas os dois exigem muitos cuidados. Eles precisam de alimentação equilibrada, exercícios e muito carinho.

Sem tempo para ficar em casa, uma médica fez uma escolha diferente. Um porquinho da índia não exige que você tenha tanta atenção quanto você tem com o cachorro. É um bicho que não dá muito trabalho, você pode criar em um espaço pequeno, não exige que você saia todo dia com ele para passear, embora eles passeiem dentro de caso mesmo assim. Eles têm em casa um espaço maior do que a gaiola deles e eu os coloco para passear, para andar.

Aves, peixes e pequenos roedores são boas opções para quem não tem muito espaço, nem tempo para cuidar do bicho. Mesmo assim precisam de um ambiente tranqüilo e de boa alimentação.

Além da quantidade, é importante pensar na raça ideal. Primeira pergunta: o que você espera do animal?

Para fazer companhia, poodle, yorkshire e pug, cocker spanel, beagle, boxer, dálmata.

Para cuidar da casa, pastor alemão, doberman, fila brasileiro, rotweiler.

Para crianças com menos de 5 anos, não é aconselhável comprar um cachorro, porque as brincadeiras podem acabar causando um acidente.

Em relação aos gatos o trabalho é menor quando comparado ao de um cão, ele é mais calmo, é mais quieto e tem a vantagem de não latir. Ele mia, mas mia pouco.

É bom lembrar que resta sempre a opção de adotar um animal. Muitos antigos donos não tomaram os cuidados que a gente mostrou nessa reportagem e os bichos acabaram sendo recolhidos.

Entre tantos pode haver um que combine com a sua família. Porque qualquer que seja a raça, não é que o filhote acaba mesmo a cara do dono?

Ele vai retratar a família em que ele mora com toda certeza. Se for uma família agitada, que fala alto, provavelmente esse cachorro vai latir mais. Se for uma família mais tranqüila, ele vai ser mais bonachão, vai estar sempre na dele. Vai sempre refletir muito o movimento da casa onde ele convive afirmam os veterinários.

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